O evento Comportamento Organizacional: negócios e gestão aconteceu de 11 à 13/SET/2017 na Faculdade IESCAMP, organizado pelos cursos de ADM, COMEX e RH.
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segunda-feira, 11 de setembro de 2017
quinta-feira, 15 de junho de 2017
43º CONARH
Acontecerá em São Paulo, de 15 à 17 de agosto de 2017, o 43º Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas (CONARH) e EXPO ABRH.
terça-feira, 6 de junho de 2017
CBN|Mudanças na Previdência
Ontem, 06JUN, na Rádio CBN, foi transmitida uma entrevista muito interessante sobre as mudanças na Previdência.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2016
quarta-feira, 2 de novembro de 2016
Teoria das Restrições (TOC)
Na década de 1980, o físico israelense Dr. Eliyahu M. Goldratt (1947 - 2011) lançou, junto com Jeff Cox, o livro A Meta, onde expunha, sob a forma de um romance sobre negócios, os conceitos da sua Teoria das Restrições ou, em inglês, Theory of Constraints (TOC), desenvolvida por ele nos anos 1970.
A TOC propõe um novo paradigma de Administração baseado na ideia central de melhor utilizar os recursos disponíveis e escassos na organização. Ao identificar a restrição da organização e explorá-la de forma a aproveitar ao máximo o seu tempo disponível, a organização substitui o desempenho local pela melhoria do desempenho global.
Há alguns conceitos básicos fundamentais para a compreensão desta teoria.
A Meta
A meta de uma organização qualquer é aproximar a organização de seus objetivos estratégicos. No caso de uma organização com fins lucrativos, a meta é facilmente medida em unidades monetárias (p.e., em reais - R$, ou em dólares - US$, etc). Nas palavras de Goldratt e Cox (2003, p.?) a meta é, portanto, “ganhar mais dinheiro tanto no presente quanto no futuro”.
Restrição
Restrição ou gargalo é qualquer coisa que impeça um sistema de atingir um desempenho maior em relação à sua meta. Pode-se dizer que todo sistema tem uma restrição, caso contrário seu desempenho seria infinito, e com isso, a lucratividade da empresa seria infinita (CORBETT, 1998, p.25-6). A restrição pode ser interna ou externa à organização, p.e. o mercado é uma restrição externa se for limitado e não permitir que a organização venda mais. A restrição pode ser também física, na maioria das vezes, um equipamento único dentro do processo fabril que limite a produção do produto a ser vendido, criando um gargalo na produção. Ou uma política antiga e defasada - restrição não física ou virtual - que iniba a atuação da organização no mercado onde está competindo.
Processo de Focalização
- Identificar as restrições (os gargalos) do sistema
- Decidir como explorar as restrições do sistema
- Subordinar tudo mais à decisão acima
- Elevar as restrições do sistema
- Se em um passo anterior uma restrição for quebrada, voltar ao passo 1
Goldratt afirma que este processo de focalização representa o processo de melhoria contínua dentro das organizações que seguem a TOC.
Tambor-Pulmão-Corda
O Tambor, como nas galeras romanas, tem como função marcar o ritmo da produção ditado pela operação do gargalo. Todas as máquinas não-gargalo MX devem trabalhar no ritmo ditado pela máquina MG.
O Pulmão (E1) nada mais é que uma proteção do gargalo, e pode ser considerado sinônimo de estoque. Como o gargalo não pode parar de funcionar, uma vez identificado, é preciso protegê-lo das incertezas (Lei de Murphy). Ele deve ter sempre algo produtivo para fazer. Daí cria-se um pulmão (ou estoque) que o alimenta. Este pulmão pode ser de materiais semi processados ou de tempo. O mesmo não se faz com não-gargalos, pois estes não precisam funcionar todo o tempo.
A Corda terá como função sincronizar o trabalho do gargalo com os recursos anteriores a ele, não permitindo que trabalhem mais do que o necessário para manter o pulmão no seu ponto ideal de capacidade. Também é sua função a liberação de materiais para os demais processos não-gargalos, de forma que estes produzam o necessário no momento correto para alimentar o pulmão do gargalo.
Referência
CORBETT, Thomas. Throughput Accounting. Great Barrington: North River, 1998.
GOLDRATT, Eliyahu M.; COX, J. A meta: um processo de melhoria contínua. 2ª Ed. São Paulo: Nobel, 2003.
terça-feira, 18 de outubro de 2016
Pesquisar - por quê?
"A dúvida é o princípio da sabedoria", já afirmava Aristóteles (384-322 a.C.). Aprender a pesquisar, no sentido de encontrar soluções para os problemas que se enfrenta no dia a dia, é muito importante. Seja para o aluno que está aprendendo sobre o processo de transformação da água líquida em gelo, seja para o cientista que deseja explicar a origem do Universo, seja para o Administrador que se depara com situações na empresa para as quais não tem respostas.
Resolver problemas é uma habilidade muito importante para o Administrador desenvolver. Aplicar um método de pesquisa coerente e estruturado facilitará muito a encontrar soluções adequadas à maioria dos problemas administrativos. Trabalhar em equipe, trocar ideias e experiências é muito enriquecedor.
Não se nasce sabendo, já diz o ditado popular. Aprende-se a vida toda. E morre-se sem conhecer tudo o que existe. Enfim, como já dizia o filósofo grego Sócrates, (470-399 a.C.), "Só sei que nada sei".
Referências
ARISTÓTELES. In: Pensador. Disponível em <http://pensador.uol.com.br/aristoteles_frases/>. Acesso em 13 set. 2016.
SÓCRATES. In: Pensador. Disponível em <http://pensador.uol.com.br/autor/socrates/>. Acesso em 13 set. 2016.
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
Estudar - por quê?
Do Ensino Fundamental ao Ensino Superior são, se tudo der certo, no mínimo 14 anos de estudos, se cursar um Tecnológico. 16 ou 17 se cursar um Bacharelado. Se cursar Medicina... quase 20 anos. E então começa a vida profissional e pronto... nada mais de estudar!
Ledo engano. Aí, para manter-se atualizado e galgar os degraus para uma carreira promissora, deve-se enfrentar os cursos de idioma, de aperfeiçoamento, para certificação e especialização.
O profissional formado em Administração pode escolher os seguintes caminhos, seja em instituições particulares ou públicas:
- Aperfeiçoamento
- Cursos diversos, em geral de curta duração, sobre diversos tópicos da Administração
- Certificações
- Certificação Profissional do Sistema CFA/CRAs
- Certified in Production and Inventory Management (CPIM), da American Production and Inventory Control Society (APICS)
- Project Management Professional (PMP), do Project Management Institute (PMI)
- entre outras
- Pós-graduação Lato Sensu (em torno de 2 anos)
- Especialização - foco em determinada área
- Gestão Financeira, Gestão de Projetos, Recursos Humanos, Tecnologia da Informação, entre outros
- Master in Business Administration (MBA) - foco na gestão de empresas
- No Brasil, o MBA, em geral, é oferecido com foco nas áreas listadas acima
- Pós-graduação Stricto Sensu (se desejar lecionar e/ou pesquisar no futuro)
- Mestrado (em torno de 3 anos) - foco no ensino e preparação para o Doutorado
- Doutorado (de 3 a 5 anos) - foco em pesquisa científica
Cursos no exterior são muito bem vindos, embora os preços sejam, em geral, desanimadores. Mas o mercado enxerga com bons olhos o profissional que conseguir superar suas limitações de tempo e dinheiro para estudar fora do país.
quinta-feira, 22 de setembro de 2016
Falar outro Idioma - por quê?
O processo de globalização econômico não é novo, mas com sua intensificação devido a maior abertura dos mercados e o impacto tecnológico causado pelo desenvolvimento da Internet, falar um segundo idioma (ou mesmo um terceiro ou quarto) tornou-se um diferencial fundamental para os profissionais em geral, em especial para o Administrador. Em 2013, uma empresa alemã da região metropolitana de Campinas já tinha como pré-requisito para um candidato concorrer a uma posição de operador na linha de montagem (trabalhar em turnos) ter o inglês em nível intermediário e era um diferencial ter conhecimentos básicos do alemão. Teste era aplicado para comprovação desta habilidade.
Nas empresas multi-nacionais, principalmente, é cada vez mais comum trabalhar em equipes virtuais, ou seja, equipes que não se encontram fisicamente no mesmo local (cidade, estado, país ou continente). E, para que a comunicação flua entre os componentes da equipe, um idioma comum deve ser utilizado. Pesquisa da Catho (apud PATI, 2016) indica que a predominância ainda é do inglês, seguido pelo espanhol. Na sequência veem o francês, japonês, alemão, italiano e chinês.
Falar um segundo idioma, fluentemente, propicia a abertura de várias portas. Várias oportunidades surgirão ao profissional melhor preparado. Mas, conquistar vantagens profissionais não deve ser o único motivo para estudar, aprender e desenvolver a fluência em diferentes idiomas. Ao falar outros idiomas o indivíduo abre um leque de opções de aprendizado e de ampliação de sua cultura. O mundo se torna menor à medida que se obtém acesso a mais informações. As oportunidades aparecem, e podem se tornar realidade,
Falar um segundo idioma, fluentemente, propicia a abertura de várias portas. Várias oportunidades surgirão ao profissional melhor preparado. Mas, conquistar vantagens profissionais não deve ser o único motivo para estudar, aprender e desenvolver a fluência em diferentes idiomas. Ao falar outros idiomas o indivíduo abre um leque de opções de aprendizado e de ampliação de sua cultura. O mundo se torna menor à medida que se obtém acesso a mais informações. As oportunidades aparecem, e podem se tornar realidade,
If you speak fluently another language.
Si vous parlez couramment autre langue.
Si usted habla con fluidez otro idioma.
Referências
PATI, Camila. Os idiomas mais exigidos pelo mercado de trabalho no Brasil. In: Exame.com, 2016. São Paulo: Ed. Abril. Disponível em <http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/os-idiomas-mais-exigidos-pelo-mercado-de-trabalho>. Acesso em 03 set. 2016.quarta-feira, 21 de setembro de 2016
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